Sabes que devias dizer não.
Sabes que aquela relação não te faz bem.
Sabes que estás outra vez a controlar, a agradar, a conter ou a vigiar.
Sabes.
E mesmo assim, quando chega o momento…
o teu corpo responde primeiro.
💎 A Sessão de Reconhecimento é uma conversa individual e gratuita para perceberes:
Sem diagnóstico.
Sem fórmulas mágicas.
Sem te dizer quem deves ser.
Apenas um espaço para finalmente veres aquilo que estás a repetir.
Talvez já tenhas feito muito trabalho interior...
Já leste livros.
Já fizeste terapia.
Já ouviste podcasts.
Já percebeste de onde vêm determinadas feridas.
Já consegues explicar racionalmente porque reages como reages.
👉🏽 mas isso não significa que o teu corpo saiba responder de outra forma.
É possível compreender um padrão e continuar a vivê-lo.
Porque existe uma diferença entre:
👉🏽 saber o que estás a fazer
e
👉🏽 conseguir fazer diferente quando o teu corpo sente ameaça.
É nessa diferença que vamos olhar.
Durante a sessão, vamos partir de uma situação concreta da tua vida.
A partir daí, vamos olhar para o ciclo:
CENA
O que aconteceu?
↓
AMEAÇA PERCEBIDA
O que é que o teu corpo pareceu interpretar como perigo?
↓
SINAL CORPORAL
O que aconteceu primeiro no teu corpo?
↓
IMPULSO
O que tiveste vontade de fazer?
↓
RESPOSTA
O que acabaste por fazer?
↓
ALÍVIO / PROTEÇÃO
O que é que essa resposta te deu naquele momento?
↓
CONSEQUÊNCIA
E onde é que isso te deixou depois?
Porque o padrão não começa na escolha.
👉🏽 Começa antes.
É um espaço de reconhecimento.
Porque antes de romper uma resposta, precisas de conseguir vê-la.
No final da sessão, não vais receber um discurso de venda automático.
Vamos olhar para o que encontrámos e perceber qual é o próximo passo que faz sentido para ti.
Pode ser continuares o teu caminho sozinha.
Se fizer sentido para o teu momento, podemos conversar sobre um acompanhamento mais profundo.
Não precisas de decidir nada antes da sessão.
🌹 primeiro, precisamos de reconhecer.
Sei o que é um corpo a pedir ajuda.
Fui enfermeira: ouvi centenas.
Durante anos, não ouvi o meu.
Quando o meu corpo me parou, não foi fraqueza.
Foi ele a impor a única regra que eu ainda não tinha aprendido: não se lidera o que não se ouve.
Fiz o percurso todo.
As terapias, as técnicas, as promessas de cura.
Compreendi tudo e é precisamente por isso que te posso dizer, com autoridade, que compreender não chega.
Fui a prova viva de que se pode saber tudo e continuar igual.
Então fui buscar as respostas onde elas sempre estiveram:
à pele,
aos ossos,
ao sistema nervoso.
Formei-me naquilo que hoje vivo: corpo, sistémica, reprogramação emocional, terapia transpessoal, polaridades.
Despedi-me sem rede.
Viajei sozinha.
Escrevi O Lado do Avesso porque a travessia merecia ser contada sem filtros e porque uma mulher que se vira do avesso não pede desculpa por isso.
Hoje não te dou mais uma explicação para o teu padrão.
Ensino o teu corpo a sustentar uma resposta diferente daquela que aprendeu como segura para que sejas tu a decidir,
e não o medo,
a culpa
ou o hábito.
Não trabalho com quem quer sentir-se melhor.
Trabalho com quem está pronta para viver diferente.
Se és essa mulher, não precisas de arriscar tudo.
Precisas de te virar do avesso com método, com corpo, e com alguém que já fez o caminho ao teu lado.